O julgamento de Gerluce (Sophie Charlotte) em Três Graças não vai acontecer em silêncio. No capítulo desta quarta-feira (13), enquanto a protagonista e seus aliados enfrentam graves acusações dentro do tribunal, do lado de fora uma mobilização popular vai sacudir tudo — e pode ser decisiva para o desfecho do caso.
O ônibus da Chacrinha chega ao fórum
Com Gilmar (Amaury Lorenzo) no volante, um ônibus lotado de moradores da Chacrinha estaciona em frente ao tribunal. O objetivo é claro: mostrar que o povo está do lado de Gerluce e fazer pressão para que a Justiça leve em conta tudo o que ela fez pela comunidade.
O pastor Albérico (Enrique Diaz) pede que Deus ilumine a consciência de quem vai julgar os réus. José Maria (Túlio Starling) e Kellen (Luiza Rosa) completam o coro — todos unidos para dar sua parcela de contribuição num momento em que a heroína da Chacrinha mais precisa de apoio.
Cartazes, faixas e câmeras
Os manifestantes chegam com cartazes e faixas clamando pela absolvição dos réus — e a imprensa não demora a aparecer. Os jornalistas que cobrem o julgamento viram as câmeras para a porta do fórum e começam a colher depoimentos que vão amplificar ainda mais a voz do povo.
Os depoimentos que comovem o país
O pastor Albérico fala em tom profético: sem Gerluce, centenas de pessoas não estariam mais vivas. Ele apresenta José Maria como testemunha — o médico voluntário da Chacrinha que perdeu pacientes e viu outros sofrerem até que a protagonista usasse o dinheiro da estátua para comprar remédios verdadeiros e substituir os falsos distribuídos pelo esquema de Ferette (Murilo Benício).
O ápice da comoção vem com o relato de sobreviventes. Dona Ivete declara diante das câmeras que não estaria mais viva se não fosse por Gerluce. Uma frase simples — mas que resume tudo o que a protagonista representa para sua comunidade.
Dentro do tribunal, Gerluce fala por todos
Enquanto o clamor toma conta das ruas, dentro do tribunal a própria Gerluce conecta os dois mundos com uma frase que ecoa como um manifesto: "Não se acaba com a pobreza matando os pobres."
A juíza mantém o rigor técnico — mas a pressão popular e a força dos depoimentos tornam impossível ignorar o peso moral do que está em julgamento. O destino de Gerluce e seus aliados vai depender de muito mais do que a letra fria da lei.
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