Final de Três Graças: Gerluce é julgada pelo roubo da estátua e silencia o tribunal com discurso poderoso

Final de Três Graças: Gerluce é julgada pelo roubo da estátua e silencia o tribunal com discurso poderoso

O antepenúltimo capítulo de Três Graças, exibido nesta quarta-feira (13), reserva um dos momentos mais emocionantes de toda a novela. Gerluce (Sophie Charlotte) finalmente enfrenta o julgamento pelo roubo da estátua — e o que acontece dentro do tribunal vai comover a todos, dentro e fora das telas. Acompanhada de Joaquim (Marcos Palmeira), Misael (Belo), Júnior (Guthierry Sotero) e Viviane (Gabriela Loran), ela vai encarar o peso da lei de frente, sem abaixar a cabeça.

O choque com a realidade jurídica

Logo no início da audiência, Gerluce leva um baque ao ser confrontada pela juíza, vivida por Ana Beatriz Nogueira. A protagonista havia chamado o roubo de "expropriação" — uma forma de amenizar o peso do que foi feito — mas a magistrada deixa claro que essa palavra não tem validade jurídica, especialmente porque houve uso de arma de fogo para intimidar as vítimas.

O confronto estabelece o tom de toda a sequência: de um lado, a ética da sobrevivência e a luta coletiva da Chacrinha; do outro, o rigor frio da lei. A juíza deixa claro que não vai passar pano para ninguém.

A estratégia da defesa — e a ausência dos verdadeiros culpados

A advogada Zenilda (Andréia Horta) encontra uma brecha moral poderosa para a defesa: Ferette (Murilo Benício) e Arminda (Grazi Massafera), os verdadeiros vilões que lucraram distribuindo remédios falsos e causando mortes, estão foragidos da Justiça e nem sequer aparecem no tribunal para prestar queixa.

Zenilda explora esse ponto com força: as pessoas que registraram a queixa pelo roubo da estátua só passaram a se importar com o crime depois que as notícias sobre os remédios falsificados vieram à tona. Para a advogada, a pergunta que fica é quem são os verdadeiros criminosos — quem roubou para salvar vidas ou quem matou para lucrar.

O depoimento que silencia o tribunal

O momento mais poderoso do capítulo é o depoimento de Gerluce no banco dos réus. Emocionada, ela declara que não é tola por ser pobre e que nenhum promotor vai convencê-la de que lutar pela vida de pessoas doentes foi um erro.

Com a voz embargada, ela faz uma declaração que silencia a todos no tribunal por alguns instantes — falando sobre o sofrimento de ver a própria mãe piorar a cada dia, sobre o que levou o grupo da Chacrinha a agir, e concluindo com uma frase que resume toda a sua trajetória na novela: a pobreza não se combate matando os pobres.

Do lado de fora do fórum, populares acompanham o julgamento e torcem por Gerluce — mas a juíza não se deixa levar pela comoção.

Culpados — mas a história não termina aí

Apesar do discurso emocionante de Gerluce e da estratégia da defesa, a juíza profere a palavra final que abala a todos: os réus são declarados culpados. O capítulo encerra com os protagonistas em estado de choque.

Mas a condenação não significa o fim. No episódio de quinta-feira (14), todos vão descobrir que a pena será convertida em prestação de serviços à comunidade — um desfecho que preserva a liberdade do grupo, mas que ainda carrega o peso de uma sentença que nenhum deles esperava receber.

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Escrito por As Noticias, terça-feira, 12 de maio de 2026

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