
Furioso com a fuga de Omar, o tirano ordena um massacre e coloca o mercenário no comando — enquanto Dumi mergulha de vez na luta pelo povo
Dumi anuncia que sua vida como oficial acabou
Em A Nobreza do Amor, Dumi (Licínio Januário) vai até Akin (André Luiz Miranda) e Ladisa (Rita Batista) no esconderijo da resistência e confirma que Omar (Rodrigo Simas) já está a caminho de Istambul — e futuramente se encontrará com a princesa Alika (Duda Santos) no Brasil. Em seguida, Dumi faz o anúncio definitivo: a partir daquele momento, não é mais o chefe da guarda de Jendal. É apenas mais um membro da resistência, vivendo na clandestinidade.
Pascoal entrega as más notícias a Jendal
No palácio, Pascoal (Luciano Quirino) revela ao rei que Akin sobreviveu ao poço das serpentes — e que o navio confiscado zarpou com Omar a bordo. A notícia deixa Jendal (Lázaro Ramos) transtornado. Ele percebe que perdeu sua única moeda de troca para localizar Alika. A fúria do tirano não tem limite.
Jendal humilha Chinua — e nomeia Pascoal
Cego pela raiva, Jendal humilha Chinua (Hilton Cobra) e toma uma decisão temerária: nomeia Pascoal como novo chefe da Guarda Real. O mercenário estrangeiro assume o posto que era de Dumi — e recebe ordens sanguinárias do tirano para sufocar a rebelião sem qualquer piedade.
A ordem de massacre que coloca Batanga em colapso
Jendal vai além e ordena a execução de todos os soldados rendidos pelos rebeldes — e também dos mineiros que foram coniventes com a resistência. O tirano que já governava com mão de ferro abandona qualquer aparência de clemência. Batanga entra em colapso total, e Pascoal recebe carta branca para um massacre. A resistência liderada por Dumi, Akin e Ladisa nunca esteve tão ameaçada — nem tão necessária.
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📺 A Nobreza do Amor — escrita por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr. Vai ao ar de segunda a sábado, às 18h30, na TV Globo e no Globoplay.
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