A novela das 6 chegou ao fim nesta sexta-feira (6) com acerto de contas, mortes, reencontros e um salto de cem anos.
[Comentário sobre a imagem de abertura: Alika e Tonho, com a filha Ayana no colo, em Barro Preto]
Chegou o momento de se despedir de A Nobreza do Amor. A novela das 6 terminou nesta sexta-feira (6) e, por uma última vez, o público acompanhou Alika (Duda Santos), Tonho (Ronald Sotto) e companhia. Veja o destino de cada personagem.
Jendal morre picado por serpente e despenca de uma falésia
O vilão tentou uma última fuga, mas em vão. Depois de escapar do palácio, Jendal (Lázaro Ramos) ficou encurralado no alto de uma falésia. Diante de Alika, o tirano fez uma última confissão: apesar de conquistar todo o poder que desejava, não conseguiu o que sempre quis, o amor dela.
O homem que atirou tantos inocentes no poço das serpentes acabou picado por uma delas e despencou do alto da falésia rumo à morte. O momento foi presenciado por Kênia (Nikolly Fernandes), que ficou extremamente abalada ao ver o fim trágico do pai.
Alika e Tonho têm a primeira filha e a rainha muda os rumos das minas
Alika e Tonho tiveram a primeira filha, batizada de Ayana, nome que significa "a flor de beleza única", conforme explicou a rainha. A renovação também chegou ao reino: à frente de Batanga, Alika recusou renovar as concessões das minas, para que a riqueza mineral beneficie o próprio reino.
Mirinho morre baleado em motel, em São Paulo
O herdeiro com a ficha criminal mais extensa de Barro Preto tentou se firmar como golpista. Depois de fugir da cidade com o dinheiro que roubou de Virgínia, foi para São Paulo, onde investiu em uma falcatrua que seria a última.
Mirinho (Nicolas Prattes) era amante de uma mulher casada e preparava um golpe contra o marido dela, mas o traído os surpreendeu na cama de um motel. Ele estava armado e não hesitou em matar Mirinho.
Virgínia trabalha, reata com Sebastião e ouve a verdade de Alika
Roubada e abandonada por Mirinho, Virgínia (Theresa Fonseca) precisou encarar um dos seus piores pesadelos: trabalhar para sustentar a si mesma e ao filho. Funcionária do salão de beleza da cidade, ela se reconectou com Sebastião (João Fontenele) depois que ele saiu da prisão, e permitiu que ele se aproximasse do filho e assumisse a paternidade do bebê.
Quando Alika voltou a Barro Preto, as duas tiveram uma última conversa. Constrangida, Virgínia foi obrigada a admitir que poderia ter tido outra vida, não fosse a obsessão por conquistar o amor de Mirinho e prejudicar Alika. A rainha deixou claro que não sentia raiva, e sim pena. Veja os detalhes dessa cena em Alika e Virgínia têm acerto final de contas.
Última visita a Barro Preto: energia elétrica e ateliê Flor de Seda
Tonho e Alika voltaram a Barro Preto acompanhados da filha, de Niara (Erika Januza) e de Onildo (Paulo Lessa), e foram recebidos como a família real que são. Eles participaram da inauguração da energia elétrica na cidade, e Alika viu os avanços do ateliê Flor de Seda, que agora conta, além de Teresa (Ana Cecília Costa), com Marta (Emanuelle Araújo), Rosa (Isadora Gondim) e Mundica (Samantha Jones).
O rei consorte visitou o túmulo de Casemiro (Cássio Gabus Mendes) e descobriu que Mirinho estava enterrado ao lado do pai. Sem ressentimentos pelo que sofreu nas mãos do ex-melhor amigo de infância, Tonho fez uma prece pela memória dele. Ao visitar suas terras de mineração, ficou contente ao ver a divisão justa dos lucros entre os trabalhadores.
Recomeços: Graça, Ana Maria, Januário e Caetana
Graça (Fabiana Karla), que nunca escondeu sua predileção por Mirinho, se emocionou ao ver novamente a boa filha que Ana Maria (Julia Lemos) sempre foi. Apesar do luto, ela renovou as esperanças e disse que pretende se casar com Mauro (Carlos Betão), seu chefe e novo namorado, que assumiu o posto de médico da cidade. Graça também passou a casa do engenho para Ana Maria e Januário (Ítalo Martins).
Caetana (Cyria Coentro) também encontrou um novo amor em Nilo (Daniel Porpino), e Tonho abençoou o relacionamento da mãe.
Um século depois: a rainha Nandi e o descendente de Jendal
Um século se passou e Batanga prosperou. A rainha Nandi (Duda Santos), bisneta de Alika, inaugurou com orgulho o maior centro de inteligência artificial do mundo, batizado em homenagem à bisavó.
Mas um descendente de Jendal também estava presente e, assim como o vilão era obcecado por Alika, ele estava de olho em Nandi. Será que Batanga nos reserva mais histórias?
Um final que fecha as contas de cada vilão
O desfecho cumpre o que a novela vinha prometendo: cada vilão paga pelo que fez, e de um jeito que combina com o próprio caminho. Jendal cai pelas serpentes que usava para punir inocentes, e Mirinho, o golpista, morre dentro de um golpe. Virgínia é a única que escapa da punição final, mas termina obrigada a trabalhar e a reconhecer o que perdeu. O salto de cem anos e o descendente de Jendal deixam a porta aberta para o público imaginar uma continuação.
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