Em A Nobreza do Amor, Marta expulsa Virgínia de casa por entregar Alika a Jendal, e a vilã vê sangramento e teme pela gravidez.
Na novela das 6, Marta (Emanuelle Araújo) já percebia há tempos a falta de caráter da filha mais velha. Em A Nobreza do Amor, porém, Virgínia (Theresa Fonseca) irá ultrapassar o limite ao entregar Alika (Duda Santos) a Jendal (Lázaro Ramos) e colocá-la no caminho da morte.
Marta fecha a porta e diz que aquela não é a filha que criou
Quando Virgínia voltar à casa dos pais, a mãe não deixará espaço para conversa. Marta irá ironizar que a jovem apareceu para depositar o dinheiro ganho com a desgraça de Lúcia, nome pelo qual Alika era conhecida em Barro Preto, e mandará a filha embora.
Surpresa, a vilã vai reclamar que dói demais ser expulsa pela própria mãe. Marta responderá que, mesmo com o coração partido, a decisão está tomada e não terá volta, e dirá que a mulher à sua frente não é a filha que ela criou.
Sangramento na saída de casa deixa Virgínia desesperada
O impacto da rejeição vai atingir Virgínia em cheio. Logo depois de deixar a casa, ela perceberá que está sangrando e passará a temer que algo sério aconteça com a gestação.
Em pânico, a vilã vai implorar para que o bebê fique bem. É a primeira vez que a personagem aparece sem a proteção da família e sem ninguém para acobertar suas armações.
Do dinheiro por Alika à gravidez que Virgínia usa para segurar Mirinho
A atitude que provoca a expulsão tem origem na venda da localização de Alika a Jendal, movida por dinheiro e pelo desejo de ver a rival longe. Esse gesto fez Mirinho (Nicolas Prattes) decidir se separar de Virgínia, mesmo com o casamento recente.
A gravidez é a principal carta da vilã desde que ela anunciou esperar um filho de Mirinho. A paternidade, porém, segue incerta: Sebastião também pode ser o pai, e Mirinho não sabe disso.
Por que a decisão de Marta pesa mais do que qualquer castigo de Diógenes
Até aqui, as punições de Virgínia vinham do pai, Diógenes, e terminavam em perdão ou em novas armações. Desta vez, quem rompe é Marta, a pessoa que sempre a acolheu, e o rompimento é moral, não apenas disciplinar.
Na minha leitura, a cena tira de Virgínia o último escudo e a coloca diante das consequências sem plateia. O sangramento torna o momento ainda mais delicado: a mesma gravidez que ela usa como arma pode virar o ponto mais frágil da personagem.
A dúvida sobre o bebê coloca Virgínia, Mirinho e Sebastião em risco
A cena termina em aberto, com Virgínia assustada e sozinha. Se a gravidez se complicar, a vilã perde o argumento que mantém Mirinho por perto, e a dúvida sobre quem é o pai pode ganhar um novo peso na trama.
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