Em A Nobreza do Amor, Jendal tenta seduzir Alika no navio, ouve que ela espera um filho de Tonho e promete matá-la em praça pública.
A viagem de volta a Batanga em A Nobreza do Amor será repleta de emoções. Alika (Duda Santos), capturada por Jendal (Lázaro Ramos) e levada à força para ser condenada à morte, descobriu durante a travessia que está grávida. A revelação vai acontecer no momento menos esperado: durante uma investida do ditador.
Jendal leva comida a Alika e admite que puniu a própria filha
Jendal irá levar uma bandeja de comida à princesa para que ela "chegue forte e saudável" a Batanga. Durante a conversa, o vilão vai comentar sobre o grupo de rebeldes que se levanta contra o seu governo e revelar que puniu a própria filha por ter se juntado a eles.
Alika reagirá incrédula, dizendo que não acredita que ele tenha rifado a própria filha. Jendal responderá que fez isso e que fará o mesmo com ela, que será condenada à morte, a não ser que…
Jendal oferece o trono a Alika e promete mandar Binta embora
Quando a princesa perguntar o que ele quer dizer, o vilão fará uma aproximação esquisita. Jendal dirá que, por ela, mandaria Binta (Lesliana Pereira) de volta ao Senegal, e que os dois governariam juntos como um casal perfeito de soberanos.
Para isso, bastaria que Alika deixasse de lado a soberba e aceitasse o amor dele, já que ainda poderiam consumar o casamento. Em seguida, Jendal tentará puxá-la para si, e é aí que a princesa se afastará enojada.
Alika recusa o vilão e revela que espera um filho de Tonho
Alika mandará Jendal não ousar se aproximar e dirá que é mulher de Tonho (Ronald Sotto) e que está esperando um filho dele. Ela ainda afirmará que ama Tonho e continuará amando até o último dia de sua vida.
A resposta funciona como uma recusa definitiva. Em vez de apenas dizer não, Alika responde com a prova viva de que seu coração e seu futuro pertencem a outro.
Jendal reage com humilhação e jura execução em praça pública
A reação do rei golpista será a pior possível. Jendal reforçará o quanto se sente humilhado e prometerá que a princesa pagará caro por ter se envolvido com um "João Ninguém", um roceiro de pés sujos de barro. Ele afirmará que Alika morrerá em praça pública, diante do povo de Batanga, o mesmo povo que ela abandonou ao romper o acordo de casamento.
E o vilão não vai parar por aí. Ele dirá que o filho que ela carrega morrerá junto com a mãe e lamentará não ter sabido da gravidez antes, porque nesse caso Tonho também teria sido morto.
Da descoberta no navio ao confronto: o caminho até a ameaça
Alika chega a esse confronto como refém, a caminho de Batanga. Pouco antes, no navio, ela viu um turaco-de-crista-vermelha, lembrou do relato de Niara e descobriu a gravidez, agradecendo a Mama Muxima e jurando vencer Jendal. Em terra, Tonho e Omar perderam o trem em que o vilão levava a princesa e juraram ir até Batanga.
Contar a verdade a Jendal é, portanto, a primeira vez que Alika usa a gravidez como arma, e não só como motivo de esperança. Ela escolhe o momento e o interlocutor mais perigoso possível, sabendo que a reação será violenta.
Análise: a proposta de Jendal mostra que a ameaça nasce do orgulho ferido
Jendal tentou primeiro seduzir e só depois ameaçar, o que revela que o desejo de ter Alika ao lado dele pesa tanto quanto a vontade de puni-la. Ao ser rejeitado, o vilão troca a oferta do trono por promessas de morte, e a fala sobre o bebê mostra que a criança passa a ser vista como ameaça direta ao poder dele. Quem comanda pelo medo costuma errar quando perde o controle, e a punição da própria filha já indica que ele trata até a família como peça descartável.
Com a execução prometida, Tonho e Omar correm contra o tempo
Com a promessa de matar Alika e o bebê diante do povo, a viagem ganha urgência. Tonho e Omar já decidiram ir a Batanga e agora sabem que o tempo joga contra eles. A dúvida é se conseguirão chegar antes que o plano de Jendal seja executado.
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