Jendal chega ao Brasil e inicia caçada a Alika em A Nobreza do Amor
O usurpador Jendal (Lázaro Ramos) desembarca em solo brasileiro decidido a recapturar Alika/Lúcia (Duda Santos) em A Nobreza do Amor, e o reencontro com a herdeira de Batanga abre a reta final da novela das seis.
Uma carta muda o destino de Jendal
Tudo começa quando o rei recebe a correspondência enviada por Virgínia (Theresa Fonseca), revelando o paradeiro da fugitiva. Jendal decide abandonar Batanga por tempo indeterminado e embarca rumo ao Brasil disposto a trazer Alika de volta ao trono à força.
Enquanto o vilão cruza o oceano, a trama brasileira segue seu próprio drama paralelo. Niara/Vera (Erika Januza) contrai febre amarela e chega perto da morte, um obstáculo que atrasa os planos de fuga de Alika justamente no momento em que a ameaça africana se aproxima.
A protagonista recupera o fôlego para retomar a viagem assim que a rainha deposta melhora, mas o roteiro brinca com o tempo: Alika sonha com Jendal na mesma noite em que ele pisa em terras brasileiras, um recurso de presságio que a novela já usou antes para antecipar perigo.
Mirinho sequestra Alika e vira peça-chave da caçada
A fuga planejada com Tonho (Ronald Sotto) e Omar (Rodrigo Simas) parece dar certo até o grupo se esconder em uma gruta, de onde pretendem seguir até Santos para embarcar no navio do turco. É nesse ponto que o plano desmorona por um motivo inesperado.
Mirinho (Nicolas Prattes), consumido pela obsessão por Alika, aproveita a confusão da fuga para sequestrá-la durante a noite e escondê-la em um casebre abandonado que só ele e Tonho conhecem desde a infância. É um golpe que expõe até onde o rapaz está disposto a ir para ter a mocinha só para si.
Tonho consegue localizar o cativeiro e resgata Alika, debilitada pelo tempo em cárcere, e tenta escapar com Omar. Mirinho ainda parte para cima do gerente do banco, mas leva um soco na tentativa de impedir a saída dos dois.
Quem é Mirinho
Mirinho é um sertanejo apaixonado por Alika desde os tempos de infância ao lado de Tonho, e sua obsessão pela protagonista o transforma no elo mais imprevisível da trama: nem aliado nem vilão puro, ele age por impulso próprio, sem lealdade fixa a nenhum dos lados da disputa.
Contexto da trama
A Nobreza do Amor acompanha a princesa africana Alika e o trabalhador Tonho em uma história dividida entre o reino fictício de Batanga, na costa ocidental africana, e a cidade de Barro Preto, no Rio Grande do Norte, sob direção artística de Gustavo Fernandez. O folhetim, ambientado na década de 1920, tem texto de Duca Rachid, Júlio Fischer e Elisio Lopes Jr. e está próximo do fim, previsto para 30 de outubro.
Do ponto de vista dramatúrgico, colocar Jendal em solo brasileiro justamente no momento em que Mirinho comete sua traição mais grave é uma escolha de roteiro que concentra duas ameaças diferentes sobre Alika ao mesmo tempo — a política, representada pelo rei, e a pessoal, representada pela obsessão do sertanejo —, o que deve acelerar o ritmo da reta final sem depender de um único vilão para sustentar a tensão.
Repercussão
A expectativa em torno do desembarque de Jendal já vinha sendo alimentada pelos capítulos anteriores, e a chegada do rei ao Brasil tende a reacender o interesse do público justamente na etapa em que a novela historicamente perde ritmo. A dupla ameaça — Jendal de um lado, Mirinho de outro — deve ser um dos pontos mais comentados da semana entre os telespectadores.
O que vem a seguir
Segundo a previsão dos capítulos, Jendal chegará ao esconderijo pouco depois da fuga do trio, e será o próprio Mirinho quem indicará a direção tomada pelos fugitivos. A expectativa é que o vilão capture Alika e a leve como prisioneira de volta a Batanga, o que deve empurrar a reta final da novela para seu conflito mais decisivo.
Para acompanhar as próximas reviravoltas de Alika, Tonho e o restante do elenco, vale a pena continuar de olho na cobertura completa das novelas em cartaz.