O padre encontra por acaso uma carta da amante do banqueiro e descobre que Ritinha é filha dele. Durante a celebração dos 25 anos de casamento com Marta, solta uma alfinetada sobre lealdade e traição na frente de toda a cidade.
O segredo de oito anos
Diógenes consegue esconder por oito anos que é o pai biológico de Ritinha. O banqueiro mantém a mentira longe de Marta e da sociedade de Barro Preto, enquanto Belmira cria a menina em silêncio em troca de ajuda financeira.
O acordo firmado no passado começa a ameaçar desmoronar quando um papel esquecido cai nas mãos erradas.
A descoberta acidental de Viriato
A cidade se prepara para comemorar as bodas de prata de Diógenes e Marta. Um botão da batina de Viriato solta e Belmira pede ao tio que busque a caixinha de costura no quarto dela.
Ao vasculhar as coisas da sobrinha, o padre encontra uma carta misteriosa. O conteúdo revela a traição e a paternidade escondida.
O conteúdo da carta
“Esta criança mimosa é fruto de nosso amor, Diógenes... suplico-lhe, cuide de nossa filha com o afinco e a devoção que um dia dispensou a mim”, lê o sacerdote.
A carta foi deixada pela amante do banqueiro. A mulher engravidou, abandonou o bebê e fugiu para a França com outro homem. Belmira encontrou a criança, confrontou Diógenes e aceitou criá-la em silêncio.
A reação do padre
Viriato fica surpreso com o que lê e se questiona sobre o que aquele papel fazia entre os pertences de Belmira. A sobrinha nota a expressão estranha do tio e pergunta o que aconteceu, mas ele prefere deixar a conversa para depois.
O sacerdote absorve a informação e decide não guardar o segredo apenas para si naquele momento de celebração pública.
A indireta na frente de todos
Durante a bênção a Diógenes e Marta, que celebram 25 anos de casados, Viriato solta a alfinetada. Ele deseja que a união dure muitos anos, mas lembra que a base de um casamento deve ser, além do amor, a lealdade.
“A mentira e a traição são os inimigos de qualquer casal”, declara o padre, causando um climão imediato entre os presentes.
O climão e o olhar de Marta
O comentário desperta murmúrios discretos. Os convidados estranham o tom do sacerdote. Marta olha espantada para Diógenes, que, culpado, desvia o olhar.
Em A Nobreza do Amor, o segredo de oito anos começa a vazar e a festa de bodas de prata se transforma no cenário da primeira rachadura pública da mentira do banqueiro.
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