Cansada das ofensas de Kênia, Binta simula choro na frente de Jendal e propõe enviar a princesa para um convento. A futura rainha usa a falsa preocupação para isolar a rival.
Kênia ofende Binta e recusa o convite
Binta visita Kênia para convidá-la a comemorar o noivado real. A princesa não esconde o nojo pela união e desdenha do caráter da futura madrasta.
“Você é tão igual a ele... Pobre Batanga merecia uma rainha melhor!”, rebate Kênia, deixando Binta furiosa.
Binta arma o golpe com lágrimas falsas
Engolindo a raiva, Binta irrompe no salão de jantar toda chorosa na frente de Jendal e dos próprios pais. Ela acusa Kênia de se recusar a jantar, ser contra o casamento e ofendê-la ferozmente.
O tirano fica cego de fúria e ameaça castigar a filha severamente.
A falsa preocupação da futura rainha
Binta se finge de compreensiva e pede que Jendal não castigue Kênia. Ela argumenta que a jovem é órfã de mãe e precisa de acolhimento.
Em tom de falsa preocupação, afirma que a princesa precisa de um reforço educacional para enfrentar a vida como adulta.
A proposta do convento
Binta sugere então a solução que isolaria a rival: mandar Kênia estudar em um convento. A ideia é apresentada como um grande bem para a princesa.
“Acho que o senhor faria um grande bem à princesa se a mandasse estudar em um convento, Majestade”, propõe a megera, consolidando o golpe em A Nobreza do Amor.
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